Embrapa Amazônia Oriental e SEMUPA visitam o local onde será implantado o primeiro Sisteminha de Ananindeua

Ananindeua (Curuçambá), 13 de outubro — Em agenda técnica realizada no Centro comunitário do Curuçambá, representantes da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Secretaria Municipal de Pesca e Agricultura (SEMUPA) avançaram na implantação do primeiro Sisteminha de Ananindeua

Com foco em segurança e soberania alimentar para famílias urbanas e periurbanas. A reunião marcou o início formal da parceria Embrapa–MDS–Prefeitura de Ananindeua e definiu o Centro Comunitário do Curuçambá como local da unidade inicial.

Guilhermina Cayres, chefe-adjunta de Transferência de Tecnologia da Embrapa Maranhão.

Guilhermina Cayres, chefe-adjunta de Transferência de Tecnologia da Embrapa Maranhão, destacou que a equipe atua junto ao município para transferência de tecnologia, formação de multiplicadores e acompanhamento de campo nesta etapa de implantação.

Alex Rodrigues, secretário-adjunto de Pesca e Agricultura de Ananindeua (SEMUPA).

Alex Rodrigues, secretário-adjunto da SEMUPA, ressaltou como prioridade concluir a unidade demonstrativa e dar sequência aos trâmites (inclusive licitatórios) para acelerar a instalação até a COP30, conectando inovação social à agenda de combate à fome no município.

Fomentar produção local, fortalecer segurança alimentar e criar possibilidades de renda.

O que é o Sisteminha Embrapa (e por que chega agora a Ananindeua)

O Sisteminha é uma tecnologia social integrada da Embrapa para produzir alimentos em pequenos espaços, urbanos ou rurais. Em sua configuração de referência — adotada em programas federais recentes — integra cinco módulos que se retroalimentam: tanque de peixes, galinheiro, horta, compostagem e minhocário. A água rica em nutrientes, os dejetos das aves e o composto orgânico circulam no sistema, reduzindo custos de insumos e aumentando a oferta de proteína e hortaliças para a família. 

Em 2025, o MDS e a Embrapa anunciaram a expansão do Sisteminha com 300 unidades em 20 municípios, justamente com essa configuração de cinco módulos — a mesma priorizada para Ananindeua. O objetivo é fomentar produção local, fortalecer segurança alimentar e criar possibilidades de renda com o excedente.

Representantes da Embrapa e da Secretaria Municipal de Pesca e Agricultura (SEMUPA).

Por que importa para Ananindeua?

Bairros com baixa produção local e alta dependência de alimentos comprados de fora — os chamados “desertos alimentares” — podem ser enfrentados com soluções compactas e integradas como o Sisteminha, que usam água e resíduos de forma eficiente e geram comida perto de casa. Ao mesmo tempo, o modelo dialoga com a agenda 2025 de segurança alimentar e com iniciativas locais ligadas à preparação da COP30 na região metropolitana de Belém.

Fonte: Ananews.

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